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	<title>SobreTudo &#124; Aluisio Moura &#187; PELA CIDADE</title>
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	<description>Ceilândia vista com outros olhos</description>
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		<title>Estagiários atacam de novo</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 10:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[PELA CIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Ceilândia]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/><p>&#8220;O nome de Ceilândia vem de &#8216;Sei-lá-Onde&#8217;, que com o passar dos anos virou &#8216;Cei-lá-Ôndia&#8217;  (devido ao altíssimo grau de analfabetismo na cidade) e, por fim, ganhou o nome de Ceilândia, nome atual.&#8221;</p>
<p>Não acredida no que leu? Pois essa&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>&#8220;O nome de Ceilândia vem de &#8216;Sei-lá-Onde&#8217;, que com o passar dos anos virou &#8216;Cei-lá-Ôndia&#8217;  (devido ao altíssimo grau de analfabetismo na cidade) e, por fim, ganhou o nome de Ceilândia, nome atual.&#8221;</p>
<p>Não acredida no que leu? Pois essa torrente de disparates está em uma reportagem sobre Ceilândia publicada por um jornal chamado &#8220;Diário Regional&#8221;, que nem faço ideia de onde seja.</p>
<p>O estagiário que escreveu a matéria deve ter pesquisado o assunto na <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Ceilandia" target="_blank">Desciclopédia</a>, não entendeu o espírito da coisa, caprichou na apuração das informações, e o resultado aí está:</p>
<p><a href="http://sobretudo.ceilandia.com/wp-content/uploads/2010/09/perola.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5053" title="perola" src="http://sobretudo.ceilandia.com/wp-content/uploads/2010/09/perola.jpg" alt="" width="450" height="368" /></a></p>
<p>Leia a reportagem completa  <a href="http://diarioregional.com.br/view_news.php?id_news=958" target="_blank">AQUI</a>.</p>
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		<title>Incentivados por políticos, grileiros entram em ação</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 23:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[PELA CIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/><p>Do DFTV:</p>
<p><strong>Invasões de área pública se espalham por Ceilândia</strong></p>
<p><em>As invasões de áreas públicas se multiplicam no DF. Em Ceilândia, agora surge a expansão da expansão: são duas novas invasões de terras públicas, com lotes já demarcados e alguns</em>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Do DFTV:</p>
<p><strong>Invasões de área pública se espalham por Ceilândia</strong></p>
<p><em>As invasões de áreas públicas se multiplicam no DF. Em Ceilândia, agora surge a expansão da expansão: são duas novas invasões de terras públicas, com lotes já demarcados e alguns barracos construídos.</em></p>
<p><em>Leonardo Ribbeiro / Manoel Lenaldo</em></p>
<p>Nas ruas do P Norte, em Ceilândia, um anúncio indica a venda de lotes em área irregular. O loteamento que está sendo chamado de expansão do condomínio Sol Nascente já pode ser visto de longe. A área é pública, mas foi parcelada por grileiros e vendida.</p>
<p>Sem medo da fiscalização, novas casas surgem a cada dia no local. Em uma semana mais de 30 já foram levantadas, algumas até têm placas com endereço. A maioria dos novos moradores sabe que está ocupando uma área ilegal.</p>
<p>Atrás da Escola Classe 66, também no sol nascente, outra invasão começa a surgir. 70 terrenos estão demarcados na área que antigamente era um campo de futebol. As casas ainda são de madeira, mas disposição e a pressa para construir são grandes. “Aqui era um campinho há uns cinco, seis anos. Foi construindo do lado de lá, do lado de cá e só ficou esse pedaço do meio”, relata um morador.</p>
<p>A administração de Ceilândia já pediu providências à Agência de Fiscalização e a Subsecretaria de Defesa do Dolo e da Água. Os invasores serão notificados para deixar a área publica. Caso eles não saiam, haverá derrubada dos imóveis. A Agefis informa que faz operações na área constantemente.</p>
<p>Assista ao vídeo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1332447&amp;autoStart=false&amp;width=450&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1332447&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1332447&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
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		<title>Chega de desculpas esfarrapadas II</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 10:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[PELA CIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/><p>Do Correio Braziliense:</p>
<p><strong>Onde o crime bate ponto</strong></p>
<p><em>Moradores têm receio de passar pela Praça do Relógio, palco frequente de intimidações a estudantes, assaltos e consumo de crack em plena luz do dia. Movimentado, o local fica próximo à administração</em>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Do Correio Braziliense:</p>
<p><strong>Onde o crime bate ponto</strong></p>
<p><em>Moradores têm receio de passar pela Praça do Relógio, palco frequente de intimidações a estudantes, assaltos e consumo de crack em plena luz do dia. Movimentado, o local fica próximo à administração da cidade e a uma delegacia de polícia</em></p>
<p>A Praça do Relógio sofre com o descaso que transformou o que deveria ser um ponto turístico em local de venda e consumo de drogas. Localizada no centro de Taguatinga, a praça é abrigo de adultos e menores de idade que não hesitam em consumir crack em plena luz do dia, em frente à Administração Regional de Cidade e a poucos metros de uma delegacia de polícia. A insegurança afeta usuários do metrô, consumidores, comerciantes e até mesmo estudantes, que precisam fechar os olhos e mudar hábitos para evitar assaltos.</p>
<p>Gislene Costa, 13 anos, chegava ao colégio em que estuda, às 7h20, quando foi abordada por uma garota que não aparentava mais de 14 anos. De faca em punho, a menor ameaçou a estudante e ordenou que lhe entregasse o telefone celular. “Eu não sabia o que fazer, a gente sempre acha que não vai acontecer”, relata a aluna do 8º ano de uma instituição de ensino localizada em frente à Praça do Relógio. A adolescente revela que a violência contra alunos da escola não é novidade, e que ela inclusive conhece a autora do crime — a mesma garota teria invadido o colégio com a intenção de atacar uma das alunas mais de uma vez. “Ela ameaçou minha filha, disse que sabia quem ela era, onde eu trabalhava e que ia matá-la se ela fizesse alguma coisa”, denuncia a mãe da vítima, Maria de Fátima da Costa, 46 anos.</p>
<p>A adolescente, moradora da Ceilândia, ia e voltava para a escola todos os dias de metrô, mas, depois de ter o aparelho de R$ 350 roubado na saída da estação, faz o percurso somente de carro. À medida que as histórias de assaltos chegam aos ouvidos dos pais, cada vez mais responsáveis preferem enfrentar a aglomeração de automóveis em frente à instituição de ensino para buscar os jovens. “Eu acho aqui extremamente perigoso, já ouvimos histórias de que mendigos entraram com faca na escola para pegar crianças. Por isso eu venho buscar meus filhos todos os dias”, conta Rita de Cássia Silva, 40 anos, enfermeira e mãe de dois alunos do colégio.</p>
<p>“É tanto absurdo que eu vejo! Se você vacilar, eles levam um produto seu”, alerta uma comerciante que não quis se identificar. Segundo a vendedora, os que frequentam a Praça do Relógio se tornam obrigados a se acostumar com a sensação de insegurança, pois são sempre os mesmos que vendem e fumam crack no local e que ameaçam se vingar de quem denunciar os furtos cometidos diariamente. “Se for falar alguma coisa você se complica, por isso tenho de fazer de conta que não vejo. Eu os respeito e eles me respeitam, mas nunca é bom confiar por inteiro”, aconselha.</p>
<p>A ambulante presencia diariamente as cenas típicas de locais marcados pelo consumo de drogas. Enquanto a vendedora fazia a denúncia, a menos de três metros um homem se sentava no chão e acendia um cachimbo de crack, depois de uma discussão com outro homem. Em pouco tempo, o viciado foi abordado por quatro policiais, que, após uma breve conversa, foram embora. O homem, então, deixou o cachimbo de lado e passou a oferecer relógios à venda aos que passavam. “É só o policial sair para eles voltarem. Às vezes passa policial, mas tinha é de ter mais segurança”, critica o vendedor Leonardo da Silva, 26 anos. Trabalhador do centro de Taguatinga, Leonardo frequenta a praça quase que diariamente e procura ficar atento para não ser mais uma das vítimas dos assaltos. “Já roubaram a carteira de um colega quando ele saía do metrô. Agora, se alguém estranho se aproxima, eu saio de perto na hora.”</p>
<p><strong>Medidas insuficientes</strong></p>
<p>O administrador de Taguatinga, Rubens Tavares, cujo escritório fica em frente à praça, reconhece a existência do problema, mas atribui a insegurança do local às mazelas típicas de grandes cidades. “O centro, como um todo, realmente tem tido problemas de segurança. Infelizmente isso não acontece somente em Taguatinga, acontece em qualquer cidade grande do Brasil”, justifica. Para Tavares, a solução para a atual situação de insegurança da área é o retorno da população ao local. Como a praça é cada vez mais evitada pelas pessoas devido ao medo de assaltos, os criminosos tomam posse da área. Segundo o administrador, a Praça do Relógio tem sido revitalizada aos poucos com ações como o aumento da iluminação noturna e o estímulo à realização de mais eventos regulares no local. O administrador diz esperar que essas medidas recuperem a Praça do Relógio como ela era há algumas décadas, mas reconhece que ainda há muito a ser feito. “Isso não significa que vamos debelar o mal à estaca zero. A falha humana faz parte da vida”, ressalta.</p>
<p>Segundo a delegada Vera Lúcia da Silva, da 12ª DP, não faltam policiais na rua para conter a criminalidade no centro de Taguatinga. “Tudo isso a gente está vendo e tomando providências. As autoridades não estão ignorando o problema, esperamos que a criminalidade baixe com essas ações”, assegura. O que atrapalha a ação policial seria o fato de os criminosos serem vítimas do vício — os flagrantes de furtos e de uso de drogas são diários, mas os detidos não podem permanecer presos. “Infelizmente, pela Lei nº 6.368, se eu pego o usuário e levo para a delegacia, não acontece nada. Não basta a polícia fazer o serviço dela, o usuário é tratado como doente”, explica o coronel Alexandre da Silva, comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar. Depois de lavrado o termo circunstanciado, os criminosos são soltos e acabam retornando à praça por não terem onde morar. De volta às ruas, eles cometem furtos para alimentar o vício.</p>
<p>Como o encaminhamento dos viciados para centros de reabilitação é voluntário, os policiais que patrulham a Praça do Relógio limitam-se a coibir novas ações e a apreender a droga dos criminosos flagrados, antes de liberá-los novamente. “Eu tenho policiamento fardado e descaracterizado, mas é uma guerra. Sei que não vou vencer esse combate”, lamenta o Coronel. Embora o local abrigue uma estação do metrô e fique em frente a uma escola, Alexandre descarta a possibilidade de destacar policiais militares exclusivamente para o patrulhamento do local. Segundo o coronel, são diversas as localidades no Distrito Federal que passam por situação semelhante, e não há homens suficientes para cuidar de todas em tempo integral.</p>
<blockquote><p>Comento:</p>
<p>Repetindo o que já disse aqui em várias ocasiões: o pior de tudo não é ver drogados molestando e assaltando as pessoas no centro da segunda cidade mais rica do DF. Como diz o administrador de Taguatinga, &#8220;isso acontece em qualquer cidade grande do Brasil&#8221;. O que de fato irrita, por não ser comum em qualquer cidade fora do Brasil, é as autoridades responsáveis pela solução do problema limitarem-se a desfiar um rosário de desculpas. Quer dizer que, &#8220;se isso acontece em qualquer cidade do Brasil&#8221;, então não há nada a ser feito?</p>
<p>As pessoas que estão hoje na Praça do Relógio ameaçando transeuntes o fazem porque o ambiente por lá lhes é mais do que confortável. Realmente a lei não permite que ninguém fique detido apenas por ser viciado. Mas não é disso que se trata. A reportagem fala de tráfico, furtos, roubos, ameaças, extorsão e uma longuíssima lista de etc.  Atos criminosos que continuam tipificados no Código Penal e são passíveis de reclusão sim, senhor. Viciados não são inimputáveis. Mais: uma vez recolhidos ao sistema prisional por crimes mais sérios, perdem o poder de decisão sobre fazer ou não tratamento médico voluntariamente.</p>
<p>A praça não tem policiamento &#8211; e pelo visto vai continuar assim, já que o coronel Alexandre da Silva, comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar, parece não achar isto necessário. Afinal, como ele mesmo diz, &#8221;não vou vencer esse combate&#8221;. Fico imaginando o que aconteceria a um comandante militar americano (ou argentino, japonês etc.) que fizesse semelhante declaração em público. No dia seguinte seria convidado a deixar a vaga para alguém menos fatalista.</p>
<p>Os drogados da Praça do Relógio não são o único problema do centro de Taguatinga. À noite, a área vira um puteiro a céu aberto (o mesmo acontece com o centro de Ceilândia). E, mais uma vez, vêm os responsáveis com aquela conversa mole de que prostituição não é crime, não há nada a fazer etc. etc. Mais desculpas esfarrapadas.</p>
<p>Repete-se a história: prostitutas e travestis dominam o centro de Taguatinga à noite porque o ambiente por lá lhes é favorável. Até prefeito de cidade do interior sabe que é possível, sim, amenizar ou mesmo resolver o problema: basta melhorar a iluminação e fazer policiamento ostensivo no local para que os clientes desapareçam. Sem eles, as moças e assemelhados que fazem ponto na região acabam mudando para outra freguesia. Só para constar: para afastar os clientes, as prefeituras de cidades americanas chegaram ao extremo de fotografar a placa dos carros de quem procura esse tipo de serviço e publicar na internet. Não precisamos ir tão longe (até porque a lei não permite). Mas que existe solução para o problema, existe.</p>
<p>É importante esclarecer que não se trata de preconceito ou falso moralismo. Até prefeito de cidade do interior sabe também que em volta de pontos de prostituição gravitam, inevitavelmente, pessoas ligadas a atividades nada nobres: rufiões, traficantes, pequenos golpistas. Zonas de prostituição, além de provocarem desvalorização dos imóveis próximos, trazem outros inconvenientes. Moradores de prédios residenciais do centro de Taguatinga (há muito tempo a área deixou de ser apenas comercial) queixam-se de acordar sobressaltados com os gritos de travestis se engalfinhando ou apanhando de clientes alta madrugada.</p>
<p>Prostituição de fato não é crime. Mas perturbar o sossego público deixou de ser contravenção? Na cidade não faltam áreas como o Pistão Norte ou o Pistão Sul, onde profissionais do sexo podem exercer suas atividades sem incomodar ninguém.</p>
<p>Mais: se qualquer pessoa que queira abrir uma loja nas cercanias de uma escola pública precisa cumprir uma série de exigências, por que travestis e prostitutas podem exercer suas atividades profissionais praticamente dentro das escolas sem ser incomodados? São também inimputáveis? Ou haverá mais alguém, além deles próprios, ganhando dinheiro com isso?</p></blockquote>
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		<title>Meio passo adiante, quatro atrás</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 10:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[PELA CIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[URBANIDADES]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclista]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclovia]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/><p>Do DFTV:</p>
<p><strong>EPTG não terá mais ciclovia</strong></p>
<p><em>Mudança no projeto original da nova via foi alterado e área destinada para ciclistas foi cortada. DER afirma que ainda estuda a possibilidade de construir a ciclovia após a conclusão das obras.</em></p>
<p><em>Leonardo</em>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Do DFTV:</p>
<p><strong>EPTG não terá mais ciclovia</strong></p>
<p><em>Mudança no projeto original da nova via foi alterado e área destinada para ciclistas foi cortada. DER afirma que ainda estuda a possibilidade de construir a ciclovia após a conclusão das obras.</em></p>
<p><em>Leonardo Ribbeiro / Salvatore Casella</em></p>
<p>O tráfego na EPTG estava intenso no início da noite desta segunda-feira (30) nos dois sentidos. A via está em obras e com alguns trechos interditados, situação que deve durar um mês.</p>
<p>A ciclovia prevista no projeto da nova EPTG foi deixada de lado. De acordo com o gerente da obra, Samuel Dias, houve uma alteração no projeto original e a ciclovia foi abandonada, mas o Departamento de Estradas e Rodagem estuda a possibilidade de construir a ciclovia assim que a obra ficar pronta.</p>
<p>O questionamento sobre a vida destinada para bicicletas veio de Sergílio Tenório, que mora em Águas Claras. Ele trabalha no SIA (Setor de Indústria e Abastecimento) e esperava poder ir trabalhar pedalando após a conclusão das obras.</p>
<blockquote><p>Comento:<br />
E você aí, pensando que aquela conversa de ciclovia era pra valer&#8230;<br />
O projeto contraria o interesse das empresas de transporte. Está morto e sepultado.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Escala da PM pode ser revista</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 10:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[PELA CIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/><p>Do Correio Braziliense:</p>
<p><strong>Escala da PM do DF será revista. GDF quer mais militares na rua</strong></p>
<p><em>Rogério Rosso determina que a corporação faça um estudo da jornada de trabalho e pede mais militares nas ruas</em></p>
<p><em>Saulo Araújo</em></p>
<p>A escala de&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Do Correio Braziliense:</p>
<p><strong>Escala da PM do DF será revista. GDF quer mais militares na rua</strong></p>
<p><em>Rogério Rosso determina que a corporação faça um estudo da jornada de trabalho e pede mais militares nas ruas</em></p>
<p><em>Saulo Araújo</em></p>
<p>A escala de serviço dos policiais militares do Distrito Federal pode ser revista nos próximos dias. O governador Rogério Rosso (PMDB) determinou ao comandante da corporação, coronel Luiz Renato Fernandes Rodrigues, que desse início a um estudo detalhado da jornada de trabalho dos cerca de 14 mil homens que compõem o quadro da instituição. Ontem, o Correio mostrou que 7 mil militares estão destacados para o policiamento ostensivo, mas, devido aos dias de folga, que em alguns casos podem chegar a três para cada um de plantão, diariamente apenas 2,6 mil militares atuam na linha de frente do combate ao crime, o que corresponde a 18,6% do total. O restante exerce funções burocráticas, está cedido a órgãos públicos ou pertence a tropas especiais, como o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e o Batalhão de Trânsito (BPTran).</p>
<p>Rosso pediu urgência na conclusão do levantamento e destacou que, independentemente do resultado da análise, quer ver mais policiais nas ruas. “É importante colocar o policial mais tempo na rua. Se tiver que reduzir (a escala) e for do ponto de vista legal, vamos fazer. Temos que aumentar o policiamento ostensivo e já começamos a fazer isso, tanto que chamamos 1.350 novos policiais (do último concurso)”, afirmou Rosso.</p>
<p>O governador também mostrou-se preocupado com os recentes episódios de violência, mas ressaltou que as instituições responsáveis pela segurança pública estão no caminho certo. “Nós ficamos sentidos quando vemos casos de homicídio, de sequestro relâmpago, mas o trabalho está surtindo efeito. Tanto que, no primeiro semestre, a segurança pública melhorou 13% este ano em relação ao mesmo período do ano passado”, complementou Rosso.</p>
<p>Para o secretário de Governo, Geraldo Lourenço, a ordem de Rosso não significa que existe um descontentamento em relação às escalas vigentes. O objetivo, segundo ele, é saber se é possível aprimorar ainda mais o serviço prestado à população. “O que vai se fazer é estudar a flexibilidade das escalas. Se uma eventual redução vai impactar positivamente ou não, e também saber qual a real situação daqueles que cumprem funções burocráticas”, afirmou Lourenço.</p>
<p><strong>Descanso</strong></p>
<p>Especialistas ouvidos pelo Correio concordam que trabalhar 24 horas ininterruptas compromete o serviço do policial. Por outro lado, eles também discordam com o tempo de descanso, que pode chegar a três dias. “O problema da polícia do DF não é de efetivo, mesmo porque em relação às outras unidades da federação, estamos num bom patamar. O que essa escala impacta é na qualidade do trabalho e até na saúde do policial, pois ninguém consegue trabalhar 24 horas seguidas. Se fossem, por exemplo, 12 horas ou menos, estaria mais adequada à sua fisiologia. É importante o policial trabalhar descansado”, opinou a coordenadora do Curso de Tecnologia em Segurança Pública da Universidade Católica de Brasília (UCB), Marcelle Figueira.</p>
<p>Ela também defende uma melhor distribuição das tropas no DF. “Em Brasília, não falta polícia, mas acho que seria o caso de se planejar melhor a distribuição do efetivo. Algumas áreas do DF também merecem atenção”, complementou a docente.</p>
<p>Para o promotor militar Paulo Gomes de Sousa, o problema das escalas dentro dos quartéis é reflexo da interferência política. “Alguns comandantes já tentaram mudar (a escala), mas sempre voltavam atrás devido às pressões das associações de policiais e interferência política. Os comandantes também enfrentam resistência porque, com a folga de três dias, os policiais podem fazer o serviço voluntário gratificado(1). Penso que a escala poderia ser reduzida e haver uma compensação quando ele ultrapassasse sua jornada, ou em banco de horas ou em hora extra”, afirmou o promotor, que comparou a situação da polícia candanga a outras no mundo. “Do jeito que está, foge inclusive da realidade mundial. Nos países mais desenvolvidos, a escala média é de 12 horas por 36 de descanso”, complementou o promotor.</p>
<p>O Correio procurou a PM, que só se manifestou por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa. O texto diz que, hoje, 12.100 policiais concorrem às escalas de policiamento ostensivo, mas não explica como é feita essa divisão. Na edição de ontem, o próprio chefe do Departamento Operacional da instituição confirmou que o contingente nas ruas, diariamente, é de 2,6 mil homens, podendo chegar a 3,1 mil. “Em relação à matéria publicada no Correio Braziliense, a Polícia Militar do Distrito Federal esclarece que o seu efetivo atual é de 14.443 policiais militares, dos quais 12.100 concorrem às escalas de serviço de policiamento ostensivo da corporação. Desta forma, apenas os especialistas e os policiais militares que estão legalmente afastados do serviço (férias, dispensas médicas etc.) não concorrem às escalas de serviço”, diz a nota.</p>
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