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14/10/2008

Fora dos limites

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) não consegue atender de maneira decente nem as cidades do DF. Pois mesmo assim o GDF apresentou – e a Comisão de Constituição e Justiça Câmara Legislativa achou por bem aprovar – um projeto que promete ampliar o atendimento do SLU para 26 cidades do Entorno (todos municípios goianos, à exceção de Cabeçeira do Norte, Minas Gerais). A propósito, em matéria de automação, o nosso SLU ainda está na idade da pedra. Já passa da hora de as autoridades responsáveis prestarem atenção na maneira como o tema é tratado na parte mais avançada do planeta e implantarem no DF um serviço de limpeza urbana moderno e digno do nome.

Vá de bike

Algum tempo atrás comentei aqui sobre o absurdo da proibição de os usuários do metrô não poderem embarcar com suas bicicletas, skates ou patinetes. Isso é permitido nos metrôs de outras cidades. Agora a Câmara Legislativa aprovou lei que permitirá o transporte dos veículos de duas rodas não motorizados a partir de dezembro deste ano. Aos poucos, vamos evoluindo. No entanto, o secretário de Transportes, Alberto Fraga, é contra. Talvez preferisse construir viadutos também para as bicicletas, em vez de investir em mais vagões para que o metrô possa atender satisfatoriamente aos ciclistas.

Há vagas?

As obras de destruição do canteiro central das avenidas P2, P3 e P4 infelizmente não foram barradas a tempo. O mais curioso é que quem incentivou o desastre se acha agora no direito de reclamar da qualidade da “obra”. Equanto isso, os moradores do Setor P Sul continuam tendo que caminhar nas pistas, sujeitos a atropelamentos. Ou praticar o difícil esporte da caminhada de obstáculos, em meio ao barro e aos buracos. É que nas poucas áreas onde há calçadas, ainda que mal feitas, as grades dos puxadões deixaram apenas meio metro de espaço para os transeuntes. Além dos puxadões, vêem-se por lá até carcaças de automóveis entulhando o caminho dos pedestres.

Armando a bomba

O lobby pela verticalização da cidade continua se movimentando. Como são poderosos, e há muito dinheiro envolvido, os especuladores imobiliários vão acabar ganhando mais essa. E a cidade, claro, perdendo mais um pouco em qualidade de vida.

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