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28/09/2010

Arruda: “A eleição da mulher do Roriz é a eleição do Durval”

Do Correio Braziliense:

José Roberto Arruda diz: “Eleger Roriz é mostrar que o crime compensa”

Ex-governador rompe silêncio de quase um ano em entrevista exclusiva ao Correio
Marcelo Tokarski

Às vésperas de completar um ano do escândalo político que abalou o Distrito Federal, o ex-governador José Roberto Arruda, que ficou preso por dois meses e teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral, decidiu romper o silêncio. Ao justificar o fim da “reclusão”, como classifica seu isolamento, Arruda argumenta que não poderia se omitir diante do cenário eleitoral do DF. “Pensei muito antes de romper esse silêncio e essa reclusão a que me impus. Mas chegou um momento que eu cheguei à seguinte conclusão: Ou eu falo agora ou mais tarde poderei ser acusado do pior dos atos, que é a omissão”, afirmou.

Para o ex-governador, a eleição de Weslian Roriz (PSC) nada mais seria do que uma manobra para a volta de seu marido, Joaquim Roriz, ao poder. “Meu voto é contra o Roriz e tudo o que ele representa. Contra essa tentativa desesperada de indicar alguém da família para continuar no poder, contra esse nepotismo atrasado que tenta dissimular uma ambição sem limites”, afirmou. Na avaliação de Arruda, uma eventual vitória do clã Roriz nas urnas representaria a volta do coronelismo. “A eleição do Roriz é a eleição do Durval (Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais e pivô do escândalo), é a eleição do (Édson) Sombra (jornalista envolvido na suposta tentativa de suborno que levou o Superior Tribunal de Justiça a decretar a prisão de Arruda), é a vitória do coronelismo, a vitória das piores práticas políticas a que o Brasil já assistiu. A vitória do Roriz significa dizer o seguinte: o crime compensa”, afirmou.

Leia a entrevista completa AQUI.

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