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07/12/2011

Aguardamos. Mas… dá para confiar?

Enquanto no GDF há gente que acredita ser possível convencer usuários de crack a mudar de vida apenas na base de um bom papo-cabeça com pitadas de marxismo gospel (!!!) combinado a uns passinhos de break dance, no Governo Federal parece que, felizmente, estão levando a coisa mais a sério.

Confira nesta matéria do Estadão:

Pacote do governo prevê internação involuntária de usuários de crack

O governo pretende intensificar a internação involuntária dos usuários de crack, anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Para isso, vão ser criados consultórios de rua em locais de maior incidência em parceria com os Estados e municípios para avaliar os usuários de droga individualmente e enviá-los para abrigos adequados. Ao todo, serão 308 unidades, conforme o pacote de R$ 4 bilhões de investimento até 2014 anunciado nesta quarta-feira, 7, pelo governo federal.

A presidente Dilma Rousseff participou do lançamento do pacote de ações de combate ao crack e outras drogas. Além da internação involuntária, as ações previstas são a instalação de enfermarias em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) focadas em atendimentos de usuários de drogas e a intensificação de ações de inteligência de combate ao tráfico.

Em seu discurso, Padilha admitiu que o País vive uma “epidemia de crack”. “Há uma variação não usual do número de casos com aumento da distribuição, atingindo regiões e grupos que não atingiam antes, essa é a situação do crack no nosso País”, afirmou.

O ministro disse que é preciso “distinguir” a ação rigorosa da polícia, voltada para o traficante, do tratamento que deve ser conferido ao usuário e dependente de drogas. “Temos diretrizes claras da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde, do próprio Estatuto da Criança e do Adolescente, que orientam os procedimentos para internação involuntária. O Ministério da Saúde vai financiar consultórios na rua para que avaliação seja feita por profissionais de saúde, com capacidade de evoluir individualmente as pessoas e as colocarmos em unidades adequadas para acolhimento”, explicou.

O texto completo está AQUI.

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